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A terceira edição do Plano de Trabalho Colaborativo da Administração Pública foi lançada em finais de fevereiro de 2021 e integra três áreas de trabalho nucleares: simplificação administrativa, inovação na oferta de serviço público e comunicação para acelerar a mudança cultural.


ESTRUTURA

Concebido em fevereiro de 2021.

Organizado em 15 projetos.

Colaboração de 73 pessoas, oriundas de 19 entidades da administração direta e indireta do Estado e da administração autónoma.

Executados por equipas de projetos multidisciplinares em trabalho remoto.

PROJETOS

Os projetos que constituem o plano de trabalho, estruturados em torno das três áreas temáticas, são programados e geridos por equipas de trabalho colaborativas auto-organizadas. Esta organização informal permite identificar os parceiros que podem alavancar os resultados de cada projeto, sendo cada projeto gerido de acordo com a metodologia escolhida pela equipa.

■ Simplificação administrativa;

■ Inovação na oferta de serviço público;

■ Comunicação para acelerar a mudança cultural.


PARTICIPANTES (por Projeto)

O Plano de Trabalho Colaborativo na Administração Pública é constituído por três áreas de trabalho nucleares, em torno das quais se organizam 15 projetos:"

gráfico de participantes por projeto

ÁREAS DE GOVERNO REPRESENTADAS (11)

Presidência

Finanças

Defesa Nacional

Justiça

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Saúde

Planeamento

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Modernização do Estado e da Administração Pública

Agricultura

Mar

COORDENAÇÃO DAS DINÂMICAS COLABORATIVAS

O modelo de governação do plano de trabalho é o seguinte:

■ O gestor do plano é a gestora da Equipa de Coordenação do SIIGeP que, em articulação com equipa de coordenação dos Planos de Trabalho Colaborativo, assegura a execução e concretização do mesmo, assim como a monitorização e reporte correspondentes à Secretária de Estado da Inovação e da Modernização Administrativa;

■ O facilitador operacional de cada projeto é um membro da equipa de projeto escolhido pela mesma para assegurar o apoio e a dinâmica de cada projeto (por exemplo, o agendamento de reuniões, a elaboração de pontos de situação e o reporte).


PRINCÍPIOS

Este plano evidencia, assim, o carácter intrinsecamente colaborativo das medidas e uma mudança cultural cada vez mais evidente na Administração Pública, que assume a capacidade de se mobilizar para responder a mudanças no seu contacto e encontrar novas formas de cumprir as suas missões. Tem, ainda, uma ligação explícita à Estratégia para a Inovação e Modernização do Estado e da Administração Pública, em particular a um conjunto de medidas de promoção da renovação da mudança cultural na AP que as circunstâncias atuais não só impõem como obrigam a acelerar.